Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS, Chaves, 2012

 

Não nos cansamos, neste espaço, de referenciar  e divulgar os grandes acontecimentos que vão acontecendo em terras flavienses. De uma forma especial, divulgamos aqueles que são do povo e para o povo, como vem acontecendo com a festa religiosa de Nossa Senhora das Graças, acontecimento que veio para ficar, pois de ano para ano o entusiasmo do nosso povo é tal que quase todo o concelho diz sim ao apelo que os senhores padres fazem nas suas paróquias. Para memória futura, aqui ficam alguns registos da festa deste ano de 2012.

 

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Quinta-feira, 28 de Junho de 2012

S. João Batista

A Freguesia de Cimo de Vila da Castanheira, atualmente (ainda, até à agregação de novas localidades) composta pelas aldeias de Cimo de Vila e de Dadim, tem como seu orago S. João Batista. Há umas décadas a esta parte, a igreja, de estilo românico, erguida no cimo de uma pequena colina, sobranceira a outra dedicada a S. Sebastião, era matriz, ou seja, ambas as localidades assistiam aí à missa dominical e era aí que se realizavam as principais cerimónias (foi aí que os meus pais se casaram), como casamentos, batizados e funerais.

Os tempos permitiram uma certa autonomia nos cultos. Cimo de Vila construiu uma nova igreja em pleno povoado e Dadim que já tinha a sua capela, foi-se autonomizando, ao ponto de cada povoação realizar os cultos principais na respetiva localidade.

 

Porém, uma tradição se enraizou e foi permanecendo b no tempo. A festa de S. João, no dia 24 de Junho. Desde tempos imemoriais que as populações de ambas as localidades aí se juntam, na dita igreja e comemoram o seu santo, numa cerimónia muito simples, mas eivada de um simbolismo etnológico e etnográfico dignos, não só de um registo, quiçás de um estudo mais aprofundado.

 

Na maior das simplicidades, tendo como cenário o que a natureza pode oferecer, conjugado com aquilo que o homem vai humanizando nos campos à volta, as pedras graníticas de que o velho templo é feito, sentem o pulsar de vida humana, contrastando com a meia dúzia de sepulturas silenciosas que guardam o espaço. E o cenário, digno de um pincel de um artista, não poderia ser mais bucólico: aos poucos vão–se juntando as pessoas de ambas as localidades. Segue-se uma missa, com a presença de um andor onde S. joão batista é patrono. No fim desta, quatro moçoilas transportam o andor portas fora, numa procissão á volta da igreja. Finda a bênção, uma nova etapa começa até que as primeiras estrelas do firmamento deem por terminada a jornada, após muitos litros do real (colhido nas encostas de Polide) já no lombo de cada um, condimentados com outras iguarias onde a sardinha marca também presença. Assim, ano após ano se repete esta tarefa, sem grandes inovações. E o povo gosta, tanto gosta que adere. E tão alegre participava em anos de vacas gordas, como agora que a crise também lhes bateu á porta. Viva o S. João.

 

 

 

 

  

  

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

São João Baptista

 


Personagem bíblica e santo do Cristianismo, S. João Batista terá nascido na Judeia, no ano 2 a. C., e morrido em 30 d. C. Era filho de Zacarias, um sacerdote judaico, e de Isabel, prima de Maria. Introduziu o batismo, como prática na conversão de gentios, cerimónia que mais tarde seria adotada pelo cristianismo.
Surge como um precursor de Jesus Cristo, que veio a batizar, no rio Jordão, e a reconhecer como o verdadeiro messias. Partiu para o deserto para pregar.
Censurou Herodes Antipas por ter cometido adultério com a sua cunhada, Herodíade. Foi, por isto, preso e, mais tarde, decapitado, a pedido de Salomé, sobrinha do rei e filha de Herodíade.

 

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In: INFOPÉDIA

 
 
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2012

CONTRASTES

A CIDADE E A ALDEIA

 

CIDADE - Quem és tu, assim tão simples?

 

ALDEIA - E tu, quem és a final?

 

CIDADE - A nobreza da Cidade!

 

ALDEIA - Aldeia de Portugal!

 

CIDADE- Tenho lindas pedrarias, joias mil de muitas cores!

 

ALDEIA - E eu tenho o gosto e a vaidade nas minhas tão lindas flores!

 

CIDADE - Tenho luz de noite a jorros, e não me levas a palma!

 

ALDEIA - Tenho o sol durante o dia, de noite a luz da minha alma!

 

CIDADE - Vivo em palácios vistosos que abundam pela cidade!

 

ALDEIA - E eu, num casebre pequeno que o sol beija com vaidade!

 

CIDADE - Tenho o luxo e a vaidade  de viver com a nobreza

 

ALDEIA - E eu, o luxo e a vaidade , de gostar da singeleza!

 

CIDADE - Sou mais rica do que tu, que nada tens afinal!

 

ALDEIA - Tenho aqui dentro do peito:

 

"A ALMA DE PORTUGAL"!!!

Abílio Mesquita – Livro de Leitura – 4ª Classe

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 26 de Maio de 2012

A TOP MODEL SEGUNDO VÁRIOS ÂNGULOS DE VISÃO

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 
publicado por DE SVO às 14:45
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Terça-feira, 1 de Maio de 2012

PEQUENA ELEGIA AO FIO AZUL

 

  

 

 

 
  

 

 

 

 

  
  
  

 

 

 

publicado por DE SVO às 12:00
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Sábado, 21 de Abril de 2012

FUNDAÇÃO NADIR AFONSO. CHAVES

 

 

O edifício da Fundação projectado pelo Arq. Álvaro Siza, foi concebido em homenagem ao Mestre Arquitecto, Pintor e Filósofo Nadir Afonso, juntando assim dois nomes maiores das artes em Portugal. É constituído entre outros espaços por atelier, salas de exposição, auditório, biblioteca e irá albergar o espólio do Arq. Nadir Afonso.

O edifício está implantado na margem Norte do Rio Tâmega em zona inundável em caso de cheia, como tal as cotas de funcionamento são elevadas em cerca de três metros, relativamente às cotas do terreno. Esta elevação é conseguida apoiando o edifício numa série de paredes com disposição e orientação, aparentemente aleatórias que, quais palafitas laminares, o soltam do terreno.

 

 

 

A estrutura é constituída por um conjunto rígido de paredes e lajes em betão armado aparente branco com capacidade para vencer os grandes vãos das vigas e consolas-parede do piso.

As paredes do piso com disposição, predominantemente, perpendicular em relação às inferiores, onde se apoiam, suportam as lajes (de piso e superiores) e permitem uma grande flexibilidade na formulação dos espaços arquitectónicos, formando uma ‘caixa rígida’ com imagem arquitectónica de grande monólito elevado. A ortogonalidade das paredes inferiores e superiores obrigou a um estudo especial no que respeita às tensões concentradas nas zonas de contacto dos dois tipos de elementos.

Situação singular é a cobertura do lanternim, formada por vigas metálicas sob contraplacado marítimo, solução que permitiu aligeirar cargas e possibilitou a execução de uma estrutura vertical esbelta e discreta, de encontro ao perseguido pelo autor do projecto de arquitectura.

No que respeita às fundações, as características geotécnicas existentes na zona de implantação do edifício, sedimentos fluviais com baixa compacidade e nível freático à superfície, impôs uma solução generalizada de fundação em estacas, moldadas “in situ” com diâmetro de 0,80m, executadas com trado contínuo. Todo edifício repousa, assim, a 11m de profundidade, no mesmo tipo de terreno, minimizando os assentamentos diferenciais.

 

 

 
 

O conceito de iluminação transmitido pelo Autor do projecto de arquitectura impôs aos sistemas de iluminação artificial um comportamento que fosse por um lado complementar da iluminação natural e por outro que a controlasse quando em excesso e a “substituísse” quando não fosse suficiente.

Assim, em resposta aos desafios técnicos colocados, o projecto de iluminação considerou para controlo da iluminação natural dispositivos motorizados de obscurecimento e sistemas de iluminação artificial no interior dos lanternins de forma a introduzirem luz nos espaços expositivos (e outros locais com o atelier) pelas aberturas utilizadas para condução da luz natural. 

 
 
 

As funções de controlo, de comando e de monitorização destes sistemas de iluminação artificiais e naturais foi integrada nos sistema de gestão técnica centralizado, que permite a introdução de parâmetros de controlo em função do tipo, disposição e sensibilidade à luz que os objectos expostos apresentarem, dos horários de funcionamento, da presença/ausência de pessoas/visitantes e das condições de luz ambiente, procurando sempre utilizar o mais possível a luz natural de forma a reduzir os consumos de energia eléctrica com a iluminação.

 
 
 
 
publicado por DE SVO às 11:00
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Quarta-feira, 21 de Março de 2012

AINDA HÁ PRIMAVERA?

 

 

 

Equinócios e Solstícios

 

A primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respetivo.

Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, na sua órbita aparente (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto no qual a eclíptica cruza o equador celeste.

A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.

Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro quando definem mudanças de estação. Em março, o equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.

As datas dos equinócios variam de um ano para o outro, devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de março) não terem exatamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não se encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim num ano comum, tendo 365 dias e - portanto - mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns as datas tendem a se adiantar um pouco menos de seis horas a cada ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso, devido à intercalação do dia 29 de fevereiro.

Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a se atrasar. Isto implica que, ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendam a ocorrer cada vez mais cedo. Dessa forma, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de março. Prevê-se que a partir de 2044[3] passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só irá se desfazer no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.

Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).

In: Wikipédia

 

 

 

 

 

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Domingo, 11 de Março de 2012

“CHAVES NASCEU DAS ÁGUAS” – Mário Gonçalves Carneiro

 

 
 
 

 

A primeira e primitiva designação do topónimo Chaves, como se lê na página 22 do livro “Por Aquas Flavias”, foi, segundo a inscrição, AUR, que significa água.

A declinação, como no latim, da atual palavra vasca – UR – no nominativo traduz-se “UR” por “O água” no masculino.

AUR – UR – URA – são três formas da mesma palavra – UR – que significa água.

A forma AUR está plenamente justificada no contexto do uso evolutivo das línguas, desde os tempos primitivos.

Atualmente seria necessário incrementar o estudo necessário sobre a Linguística Pré histórica – a Paleolinguística – na expressão de Unamuno, também ele vasco.

O português popular, ainda no século XX acrescenta o fonema – a – a muitas palavras do seu uso quotidiano, como “alevantar” = a + levantar.

 

(texto adaptado de José Carvalho Martins)

 
 
 
 
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Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

MOMENTOS

 

 

 

 

 

 

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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

ALINHAMENTOS

 

 

 

 

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